terça-feira, 27 de maio de 2014

Cordel: Clarinha.



Tarefa de História
*Produzir um cordel de vinte estrofes com cinco versos em cada.
*Tema: Trabalho Infantil


Clarinha  

Era uma singela menina;
Que nasceu a luz do luar;
Sua mãe vivia ao relento;
No sertão do Ceará.
Ganhava a vida a cantar;
As belezas que viu na vida.

Uma realidade sofrida;
Ela tentou esconder;
Mas consequentemente;
Sua filha herdou;
E para provar seu amor;
A própria filha doou.

A pequena Clarinha;
Com Dona Rita, foi morar;
E desde pequenininha;
Ensinaram-lhe a trabalhar.
Mal sabia a pequena;
Que presa iria ficar.

E a pobre garotinha;
Conheceu desde pequena;
Uma vida de tristeza;
Toda feita de incerteza;
Torturada e mal-amada;
Todavia, conformada.

Até eu fez onze anos;
E como mandava a idade;
Levaram-lhe para um lugar;
Onde não havia maldade.
E clarinha descobriu;
Como era estar à vontade.




Escola era o lugar;
Onde ela aprendia;
A cantar, ler e escrever;
Com professoras e coleguinhas.
Havia recreio, lanche...
Tudo até de tardezinha.


Mas assim que completou;
Seus estudos, em três anos;
Sem nem sequer protestar;
Foi levada a plantação;
Colhia café e algodão;
E ainda levava sermão.

E trabalhava tão bem;
Que alguém se interessou;
Em adquirir a menina;
Por um pequeno valor;
E após muita barganha;
A compra se efetivou.

Dentro de uma carroça;
A pequena foi levada;
Sem saber que sua vida;
Estava sendo ameaçada;
E ela se mantinha calada;
Sentia-se aliviada.

Uma casinha pequena;
Seria seu novo lar;
Teria uma mãe e um pai;
Tudo ia melhorar.
Mas mudou seu pensamento;
Logo no primeiro dia.



Como eram grosseiros;
Por tudo reclamavam;
Sorriam de forma estranha;
E nem tinham começado.
Sentiam mãos lhe alisando;
Percebeu que não havia acabado.

“Levanta agora menina”
“Tu tens trabalho a fazer”
A primeira coisa que ouviu;
Antes mesmo do amanhecer.
E clarinha obedeceu;
Sem saber oque fazer.

Sempre que estava confusa;
Recebia no rosto, uma tapa;
Beliscões por todo o corpo;
Deixaram-lhe arroxeada.
Não podia se defender;
Uma saída foi procurar.

Todos os dias bem cedo;
Cuidava da casa e das roupas;
Fazia comida, limpava;
E ia dormir bem cansada.
Seu sonho era estudar;
E uma vida levar.

E quando fez seus catorze;
Notaram algo estranho;
Seu ventre estranhamente;
Aumentara de tamanho.
Um bebê ia nascer.
Escravo também ia ser.

A menina andava mal;
Sua saúde piorando
Aquela bela florzinha;
Aos poucos ia murchando.
E era tão maltratada;
Que já estava indignada.

Decidiram que ela;
Já não podia trabalhar;
Não conseguia se mover;
Pouco adiantava surrar.
Em um rio foi jogada;
Logo após, se afogava.

Nas margens desse rio;
Seu corpinho foi achado;
Três homens bondosos;
Com cuidado lhe trataram;
O bebê foi perdido;
Mas Clarinha havia sobrevivido.

Quando já estava melhor;
Demorou a acreditar;
Que sua sorte era tão grande;
E liberdade ia ganhar.
Um dos homens lhe levou;
E com amor lhe criou.

Clarinha voltou à escola;
E dedicou-se aos estudos.
Entendeu que todo esforço;
Sempre gera bons frutos.
Mas havia um problema;
Que estava irresoluto.

Ela havia perdido muito;
E então descobriu;
Que em todo Brasil;
Muitas crianças ainda sofrem;
Algumas até morrem;
Pelo trabalho infantil.

E dedicou-se a achar;
Quem havia lhe roubado;
A infância sagrada;
Que tinha recuperado.
E quando achou seus algozes;
Os denunciou em altas vozes.

Finalmente estava livre;
Clarinha estava segura;
Tornou-se uma bela mulher;
Inteligente e madura.
E infelizmente;
Virou estatística novamente.

Quando fez seus vinte anos;
Foi vítima de um crime desumano;
Estuprada e torturada;
Sequestrada, por engano.
Clarinha não aguentava;
A maldade dos humanos.

E para por fim nos fatos;
Antes mesmo de escapar;
A menina enforcou-se;
Sem nem sequer pensar.
E assim clarinha se foi.

No sertão do Ceará.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Conto: Dois irmãos.


Esse conto é o primeiro que fiz, para um trabalho da escola. O tema é trabalho infantil então eu vou resumir e modificar algumas partes, mas a história geral é essa.

Tema: trabalho infantil
Personagens: Enzo e Eva
Tempo:Ano de 1970 sendo narrado por Enzo no presente



  Era uma noite quente, acordamos, eu e Eva ouvindo gritos. Nosso quarto ficava um pouco longe da porta de entrada que aparentemente não existia mais. Foi a primeira vez que tive medo de verdade. Minha irmã e eu seguimos o combinado e continuamos quietos em nossas camas, enquanto ouvíamos nossa mãe ser arrastada aos berros. Não consegui dormir, levantei apenas quando o céu estava claro, e nem sinal dos nossos pais. Éramos apenas nós dois agora, o ano era 1970.
 Nossa vida era bem comum, morávamos em uma casa afastada da cidade grande para não chamar atenção. Na época não fazíamos idéia que nossos pais eram comunistas. Mas quem se importa? Até porque quanto menos soubéssemos, melhor.
 Não conhecíamos parentes, nossos pais não tinham amigos, não frequentávamos a escola pois nossos pais viviam na clandestinidade. Resultado:Não havia para onde ir.
 Eva era muito agitada na maior parte do tempo mas andava muito calada nessa época. Então, talvez para animá-la ou para me ocupar em alguma coisa eu resolvi que deveríamos ir embora de casa, antes que viessem mais homens armados.
 Nós dois, eu com treze anos e ela com dez, fomos andando pela estradinha de terra levando uma sacola pequena para cada. Chegamos na cidade a tarde, nessa época não havia tanto movimento, mas logo fomos abordados por uma senhora idosa que nos disse:
-- Oque duas crianças como vocês fazem aqui na rua, se deviam estar na escola?
E minha irmã que era muito impulsiva falou:
-- Levaram nossos pais, procuramos um novo abrigo.
Ela não fazia idéia do erro cometido, e nem eu. A senhora disse:
--Venham então comigo. Na minha casa abrigo outras crianças nas mesmas condições que vocês.
 Não pensamos duas vezes antes de seguir aquela desconhecida. Agora percebo como éramos presas fáceis.
Chegamos em uma casa não muito distante, era grande por fora e tinha uma aparência acolhedora. Entramos sentindo no ar um clima de esperança... Que evaporou assim que  a porta foi fechada atrás de nós.
Por dentro a casa exalava um cheiro leve de mofo, havia apenas uma sala extensa, uma cozinha e um banheiro. Haviam crianças por toda parte, deviam ter entre sete e doze anos. Oque mais me assustava era a indiferença no olhar delas, tão vazio e inerte que me causava repugnância. Entramos calados e a senhora indicou um espaço vazio entre dois lençóis.
"Ela só pode estar brincando".
Mal colocamos nossas coisas no chão a porta foi aberta. Entraram três homens com armas pequenas, seguravam um papel cheio de letrinhas e praticamente esfregavam ele no rosto da mulher. Ela puxou a folha, leu alguns momentos e deu um suspiro, fazendo um gesto vago em direção a um menino que estava dormindo (morto, ou dopado).
Eles se aproximaram e um deles jogou a criança no ombro sem a mínima delicadeza. Saíram sem dizer uma palavra.
Durante o crepúsculo, nos ofereceram um copo de leite, eu recusei pois vi as crianças mais velhas fazerem o mesmo, mas Eva tomou, e logo percebi uma sonolência se apossando dela.
A noite foi calma, e na manhã seguinte quase todas as crianças foram vestidas bem cedo e levadas em um caminhão sem nenhum esclarecimento.
Sobraram, além de Eva e eu, cinco meninos que estavam ali a pouco tempo. Ao meio dia nos mandaram esperar pelo almoço e responder algumas perguntas sobre nós enquanto isso. A tarde veio outro caminhão, e dessa vez nós fomos levados.
 Chegamos em uma fazenda onde haviam cinco homens nos esperando. Nos deram fichas com números e nos colocaram em compartimentos junto com outras crianças cercados por grades.
 Acordei no dia seguinte e não encontrei Eva, ninguém sabia sobre ela, mas demos por falta de outras crianças.
 Passaram algumas horas e um homem falou:
-- Sua vez menino, vê se não dá tanto trabalho quanto sua irmãzinha.
-- Viu Eva?
-- Com certeza, e você também vai ver já.
Eles então me deram uma pá e me mandaram para um terreno cercado onde tínhamos que cavar buracos. Ficamos lá até o meio-dia. Não vi Eva.
 Na volta perguntei aos homens se ela estava por perto e eles me mandaram ficar quieto se não queria apanhar.
 Eles me mandaram para a cela, mas ainda tive tempo de ver um menino apanhando. Acho que ele também estava procurando alguém.
 Passamos cerca de quatro dias trancados. Eva não apareceu, eu não podia fazer nada porque já tinha visto outras crianças apanhando.
 No quinto dia uma moça jovem chegou para nós e falou:
-- Meus parabéns rapazes. Vocês irão para São Paulo.
Então eu percebi que agora só haviam rapazes na cela. Nenhuma menina.
Nos doparam a noite e levaram a gente se que ninguém visse. Quando vimos estávamos em um outro caminhão, indo em direção a uma delegacia.
Eva estava lá, do meu lado.
 Dois policiais nos tiraram de dentro do caminhão e levaram para dentro. Cuspiam na gente, chutavam e beliscavam. Após algum tempo um homem chamado Tibiriçá nos mostrou duas fotos, mãe e pai. Perguntou se conhecíamos. E minha irmã mais uma vez gritou impulsivamente:
-- Mamãe! E papai!
 O homem sorriu, e indicou que levassem a gente.
 Passamos por alguns lugares estranhos, ouvíamos gritos. Em seguida um homem falou "só aqui no DOPS" , e nos deu umas plaquinhas. Tiramos fotos.
 Fomos levados a um lugar com panelas que eu identifiquei como uma cozinha. Era uma imundice enorme. Tudo coberto de gordura, cigarros velhos e fósforos. Uma mulher nua varria o chão enquanto um homem falava em seu ouvido qualquer coisa bem desagradável.
 Em seguida nos deram vassouras e mandaram que varrêssemos. Eva estava exausta e se sentou por um momento. Eu ia dizer "Levante-se!" mas foi tarde demais.
 O homem que estava lá virou de repente e puxou com força o braço da minha irmã.
 Eu corri para perto, ele em seguida me deu um tapa que me fez cair. Fomos arrastados até um salão cheio de pessoas. Uma delas tinha os pulsos cortados.
 Haviam gritos por todo lado, e gemidos. Mandaram a gente de volta sem explicação, e ficaram nos empurrando pelas salas até uma com um tanque enorme de água. Nos pegaram pelos pés e mergulharam nosso rosto dentro da água fria por um minuto. Em seguida nos mandara de volta.
 Após varrermos nos fizeram limpar o chão do salão.
 A noite fomos levados a um tipo de casa onde haviam freiras. Elas cuidaram bem de nós a noite. Mas durante a manhã a rotina se repetiu.
 Passamos cerca de vinte e seis dias nisso, não podíamos demonstrar cansaço, revolta, indignação, indiferença, nem tristeza.
 Um dia nos fizeram parar de amolar facas e fomos conduzidos a uma sala com duas cadeiras.
 Lá estavam nossos pais. Um pior que o outro. Rostos ensanguentados e amarrados em cadeiras com pregos.
 Eva se assustou e começou a chorar, então tiraram ela da sala.
 Meus pais olhavam para mim de olhos arregalados, eu os encarava. Colocaram um pano na minha boca, minha mãe gritou. Eu apaguei.
 Quando acordei estava deitado em uma cama. Uma freira passava um pano molhado no rosto de Eva.
 Perguntei por meus pais, ela falou que era melhor eu voltar a dormir.
 No dia seguinte fomos mandados a um orfanato, e nossos "tios" vieram nos buscar. Eram na verdade outros comunistas que souberam de nossos pais e nos resgataram.
 Quando perguntei pela minha família eles se mantiveram calados.
 Hoje em dia Eva e eu superamos nossos traumas. Nunca mais vimos nossos pais. Tivemos uma adolescência relativamente "normal" em outro lugar, com outros nomes.
 E eu, Enzo, só posso agradecer a Deus, por ainda estar vivo.

sábado, 5 de abril de 2014

A culpa é das estrelas (livro)

Uma querida amiga minha, que eu, carinhosamente apelidei de gominha, me emprestou recentemente (ou nem tanto) um livro maravilhoso que quase todo mundo já ouviu falar...
 De Jonh Green, eu lhe apresento: A CULPA É DAS ESTRELAS!

Personagens principais: Hazel Grace e Augustus Waters.
Personagens secundários: Os pais '-' Izaac, Mônica "a maldita ex-namorada insensível", o tal do escritor Peter Van Houten (personagem fictício), Lidewij Vliegenthart, Patrick (eggs with no) e por último: O balanço pedofílico que procura bumbuns de bebês.

Misture uma boa história (levemente suja e.e) com olhos inchados, lágrimas de montão, boas risadas e um inexplicável amor a vida (que você irá adquirir após a leitura),e temos esse livro incrível.

Eu podia "controlcandvar" aqui '-' (copiar e colar), alguma sinopse da internet... Mas nada substitui o prazer das sinopses enroladas nehh?




Primeiramente, o site oficial:http://www.aculpaedasestrelas.com.br/
Para que vcs possam ler e falar mal da minha "sinopse" ^^

ATENÇÃO '-' SPOILERS!

Bom, a Hazel  é uma menina de.. (pesquisando no google) (ahá eu sabia!) dezessete anos que mora em Indianópolis e sofre de câncer no pulmão... Espere, "sofre" não parece ser muito correto... Eu diria, convive com câncer no pulmão. Afinal, rotina é rotina.
E sua mãe (que lhe vigia a todo instante) tem idéias melhores para a rotina de Hazel, ao invés de passar os dias em casa.
E é numa bela tarde, no Grupo de Apoio, onde o bom e velho Patrick falade sua luta pela sobrevivência e sua ausência de testículos, que Hazel Grace conhece ELE.
Augustus Waters, o carinha com a perna sintética. O jogador de basquete. O metáfora-man.
Os dois conversam e tals. Primeiro ponto em comum? Os dois foram forçados ao grupo de apoio.
Sabe quem forçou o Gus? Seu friend Isaac (no momento, com um olho só). Que namora uma garotinha doce chamada mônica.
Os dois tem uma relação linda! Sabe eles ficam repetindo "Sempre" um para o outro, e falando coisas fofas.
E foi nesse climinha que o pobre Isaac descobre que seu outro olho também vai ser retirado! Coisa linda não? Err ok vai ficar cego mas e daí?
Bom então '-' daí que a Mônica do mal  larga impiedosamente o pobre rapaz (que após a extração foi se agarrar com paredes virtuais).
Mas isso aí pouco importa '-' Vamos ao nosso foco '-'

Uma bela manhã de sol Haz vai visitar Gus... Ela lhe fala sobre seu livro preferido: Uma aflição Imperial ~ Van Houten.
E lhe explica que seu sonho era conhecer o escritor, falar com ele etc.
Gus consegue contato com o tal Peter, que convida Hazel para visitá-lo.
Claro que ele jamais imaginou que ele fosse mesmo '-'
Augustus providenciou '-' os dois foram.
Lindo não?

A mãe de Hazel, Augustus Waters, e a própia Haz. Embarcam num avião para Amsterdã.

Jantar romântico, um lindo hotel, uma cidade de contos de fadas... Tudo parece perfeito...
Hazel finalmente vai conhecer pessoalmente Van Houten. Vai apertar sua mão e lhe elogiar.
Mas tudo é um desastre!
O escritor se revela completamente pertubado!
Ah,sabe qual o maior desejo de Hazel?
Ela queria descobrir o final do livro. Pois ele terminava no meio de uma frase. Tão abruptamente como a morte.
Mas Van Houten simplismente se recusava a SEQUER inventar um final.
Resultado? Hazel ficou terrivelmente irritada, Agustus tambem.
E a secretária do Sr. Houten se despede '-'
(Não se iludam! O livro UAI NÃO EXISTE! E Jonh Green não pensa em publicá-lo)

Mas, embora nem tudo sejam flores (e embora eu não saiba nem sequer resumir um livro '-') os casal até curte sua maravilhosa viagem e adivinhem? Dão seu primeiro beijo (na casa de Anne Frank ><).
Bom.. eles curtem a viagem, voltam para casa, Gus descobre que está cm câncer e morre etc...

Aqui o elogio fúnebre de Hazel para Augustus (ela leu para ele antes de morrer, e não depois)

Não posso falar da nossa história de amor, então vou falar de matemática. Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem costumávamos gostar nos ensinou isso. Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Queria mais números do que provavelmente vou ter, e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas, Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso.

#chorando_litros '-'

Enfim. '-' eu não falei quase nada sobre o livro mas.. Ai está. Se lhe interessou baixe em e-pub ou compre ou '-' slah oq vc quiser né '-'

Esse foi um post que precisa ser atualizado... Eu atualizo quando lançarem o filme ^^

Simm estão fazendo o filme! Claro que eles não são NADA parecidos cm os personagens que os leitores imgainam.. Mas quem liga?
Então, é isso.
Lançamento? Esse ano! 5 de junho...
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-218926/





Cheio de frases marcantes, o livro só deixa a desejar uma continuação a altura!


Bye!




sexta-feira, 4 de abril de 2014

Um texto simples, perdido no FB.

 O texto a seguir NÃO é de minha autoria. Eu encontrei ele no seguinte  link: https://www.facebook.com/St0rmtroop3rOf1cial/posts/554470314625673
 E resolvi postar aqui...

 Uma garota se seu namorado saíram durante a noite, quando seu carro ficou sem gasolina.
 Era por volta da uma da madrugada e eles estavam completamente sozinhos no meio do nada.
 O garoto saiu do carro, falando para confortar sua namorada:
 "Não se preocupe, eu já vou estar de volta. Eu só vou procurar por ajuda. E não se esqueça de  trancar as portas.”
 Ela as trancou e esperou impaciente o namorado voltar. Por um momento ela viu uma sombra pela  janela do lado de seu banco. Ela levantou o resto para olhar... não era seu namorado, era um  estranho com cara de maníaco. Ele estava balançando alguma coisa na mão direita.
 Então o homem chegou mais perto da janela e lentamente levantou a sua mão direita. Nela há a  cabeça decapitada do namorado, com uma feição congelada de dor e espanto. Ela cobriu seus olhos  por medo e tentou fazer com que a imagem fosse embora. Quando ela abriu os olhos, o louco ainda  estava lá, a encarando friamente.
 Desesperada a garota checa se o carro está trancado para que o homem não conseguisse entrar. Ao  perceber os movimentos da garota, o homem sorri levemente e levanta a sua outra mão sacudindo um  molho de chaves onde continha a chave do carro.


Dessa vez eu cobri o texto de propósito u.u